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Eu tomei um fora ontem a noite, e a minha vida acabou

Eu tomei um fora de uma garota ontem, e a minha vida acabou.

Foi horrível.

Foi uma abominação.

Tenha cautela para prosseguir lendo essa história, pois ela não é para os fracos de coração:

Estava ontem em um bar e vi uma garota jovem e bonita no balcão.

Decidi que iria até lá ver se ela ia gostar de mim.

Inicialmente ela me deu atenção, foi até simpática, respondeu às minhas perguntas educadamente.. mas em certo momento, simplesmente do nada, ela olha para os meus olhos e diz “Desculpa, mas eu não estou interessada”.

E então ela vira as costas e vai embora.

Naquele exato momento a minha vida acabou.

O meu diploma da universidade perdeu seu valor.

Eu perdi o meu emprego, o meu carro e a minha casa.

Todos os meus ganhos da academia desapareceram.

Neste ponto a minha família me abandonou. Meus amigos me deixaram. E eu me tornei um mendigo de rua.

Eu perdi todos os meus dentes, meu cabelo caiu, eu perdi a visão de um olho e virei manco.

Minha auto-confiança se desvaneceu, pois eu sei que aquela era a última mulher do mundo que eu poderia dar em cima na minha vida.

*

Agora eu sei porque tão poucos homens dão em cima de mulheres.

Porque essa é uma atitude muito perigosa que pode acabar com a vida de qualquer homem decente que anda sobre a face desta terra.

Essa atitude é mais perigosa do que andar ostentando um iPhone no Rio de Janeiro ou de tirar um racha numa estrada federal de via única com um Gol quadrado 2.0.

Que a minha história seja um exemplo para todos os homens que leem o Novo Homem.

Se você der em cima de uma mulher em um bar e tomar um fora, você está arriscando a perder TUDO.

 


É isso que eu penso que um cara imagina que vai acontecer com ele quando ele pede ajuda com a sua “Ansiedade de Aproximação”.

(ansiedade de aproximação é um nome que inventaram para aquele frio na barriga que a gente sente antes de ir falar com alguma garota bonita que estamos a fim)

A verdade é: NADA de realmente ruim vai acontecer se você der em cima daquela garota no bar ou da balada. Ou mesmo daquela garota no meio da rua.

Eu mesmo não consigo nem lembrar do rosto de 99% das mulheres que dei em cima e tomei fora.

Mas praticamente TODAS as mulheres que eu fique encarando por horas, tentando “tomar coragem” de dar em cima, eu consigo lembrar exatamente de como é o rosto delas.

Isso só quer dizer uma coisa: que o meu cérebro se arrepende de não ter feito o que eu queria fazer.

De que esse arrependimento de não tentar é muito pior do que a rápida tristeza de não conseguir.

É por isso que a minha mente gravou os rostos daquelas lindas mulheres tão bem em minha memória.

Todos os dias milhões de garotas fazem 18 anos.

Todos os dias as mulheres estão passando por um processo de embelezamento de horas até se acharem bonitas o suficiente para saírem de casa esperando que alguém repare nelas.

Não perca o seu tempo tão curto de vida conjecturando o que pode dar errado.

Vá lá e dê em cima daquela mulher que você está a fim.

Porque você é homem, e é isso o que um homem faz.

 

Agora me dá licença porque já tá quase no fim do horário do sopão aqui no abrigo para mendigos, tenho que correr.

 

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  • Leonardo

    hahahahahahahaha
    Ótimo texto, cara!!!
    Realmente, isso é uma bobeira sem tamanho!!
    A gente acha q se tomar um fora de uma menina, todas as outras mulheres do Mundo, vão nos ver como o pior homem do Mundo.
    E isso ñ faz o menor sentido… Qdo eu me dei conta disso, passei a largar essas bobeiras de mão.
    Ter receio de abordar alguém desconhecido, é normal… mas quer saber? Dane-se!!
    Eu já fiz coisas extremamente ridículas por causa desse medo, mas mesmo assim fazia…
    Coisas do tipo de ir falar com a menina, ñ saber o q falar, ficar olhando pra cara dela q nem um babaca e ela olhando pra mim durante um tempo considerável, virei as costas e fui embora. Bem assim mesmo, q nem maluco. E sabe o q fazer isso, mudou na minha vida? Porra nenhuma. Foi apenas mais uma história engraçada pra contar numa roda de amigos…
    Já teve vez q fiz pergunta merda, do tipo: “Vc vem sempre aqui?”, e logo depois me dava conta da pergunta merda e comentava com ela: “Nossa, q pergunta besta q eu acabei de te fazer.”… E sabe o q mudou na minha vida? Porra nenhuma tb. Algumas riam e começavam a conversar, outras me ignoravam como se eu nem existisse… Mas foda-se!!! Ñ mudou em nada a minha vida.
    E é isso aí. A maneira como a pessoa vai te tratar, ñ vai mudar em nada a sua vida. Ela nem te conhece, nem sabe quem vc é. Ela chegar e te esculachar, é totalmente indiferente… Ñ vai fazer a mínima diferença na sua vida.
    Então, pq o receio de abordar? Sai abordando e foda-se!! Somente o simples fato de abordar e a mulher ser receptiva ou ñ, ñ vai fazer nenhuma diferença na sua vida. O q vai fazer diferença na sua vida, é vc ter ou ñ arrependimentos futuros, por ñ ter feito algo q vc queria.

    • Denis Carvalho (admin)

      Exatamente, Leonardo. O maior problema dos homens nesse caso é com o próprio ego: se eles se sentirem rejeitados, isso vai “machucar” eles lá dentro.

      Porém isso é criado pela própria mente, já que não existe nenhum perigo imediato ao dar em cima de uma mulher. O maior perigo que existe é o de ouvir um “não”.

  • Jon87

    Cara, sou novo por aqui e gostei bastante do conteúdo do seu blog.

    Quanto a matéria em questão, eu acho que tem muito a ver com o comportamento em sua maioria masculino de: “eu preciso constantemente da aprovação alheia para me sentir bem ou eu não sou bom o bastante”.
    Eu sou estudante de psicologia, e na psicologia cognitiva chamamos isso de Core Beliefs, ou crenças centrais, elas são formas em sua maioria ideais e adquiridas na infância de interpretar e idealizar o mundo. Uma das formas dessas crenças se manifestarem são o que chamamos de pensamentos automáticos, eles sempre tem relação com a crença central, são disfuncionais, defensivos, pensamentos de insegurança, limitação e etc.. (deu pra pegar o feeling né?)… E é exatamente isso que achei interessante no seu blog, ele desfaz a visão que a maior parte da sociedade tem sobre a relação homem/mulher, desfazendo esse mundo ideal/fictício.

    Ainda em relação a matéria, no curso de psicologia é onde você irá encontrar o supra sumo da hipocrisia humana. Porque o curso é fortemente voltado aos direitos humanos e etc, discute-se todo tipo de assunto polemico. Um monte de militante de facebook e seus “textão”. Mas é tudo pura punheta mental. Não salva um. A feminista radical esta dando pro machista rasgado que ela critica no facebook. O cara que se vende de bom namorado (e faz textão no facebook) está comendo todas que aparecem. O cara casado que flerta na inocência está comendo as mesmas minas depois de um tempo, as mesmas que dizem pra ele parar com aquele comportamento, enfim… e os que realmente tentam viver o que pregam, levam uma vida de merda.

    Pra você que leu o artigo e tem este problema, eu usei estes exemplos pra te dizer uma coisa: Não se importe com a opinião das pessoas, muito menos sobre você! Se importe com o que você pensa a seu respeito, porque a insegurança/falta de confiança é reflexo de um mal desenvolvimento pessoal, e você acaba projetando isso no que irão pensar de você, porque você mesmo está pensando isso! Trabalhe em hábitos saudáveis e no seu proposito de vida e em quais pessoas são dignas de se encaixar nele, não o contrario. Então aquela mina gata te deu um fora? Foda-se, tem 1milhão de mulher por ai pra você conhecer, tão gatas quanto.

    E pelo amor de deus vai fazer uma academia ou algo do tipo, isso vai fazer milagres na sua vida.

    • Denis Carvalho (admin)

      Jon, o seu comentário adicionou muita qualidade à discussão. Todos esses conceitos de psicologia eu tento colocar de forma simples nos meus artigos, para que a maioria dos homens consigam digerir de forma mais fácil.

      Sobre o que você falou das pessoas que dizem uma coisa mas fazem outra, esse é um sinal claro do que somos e do que pretendemos ser. Por mais que as pessoas digam que são evoluídas, por mais que as feministas achem que são diferentes das outras, nós continuamos sendo animais com instintos “primitivos” que são acionados hoje da mesma forma que eram acionados há 10 mil anos atrás.

      A atração não é uma escolha, como já diria David DeAngelo. E todas as pessoas que dizem o contrário não conseguiriam atrair uma pessoa saudável nem que sua vida dependesse disso.

      • Jon87

        Sim cara, eu sou um seguidor ferrenho da visão vitalista de Nietzsche, e ultimamente tem um vídeo que se tornou quase um mantra pra mim. Nada de ideal, somos o que somos. Eu acho o vídeo fenomenal, é explicado pelo professor Clóvis de Barros, vale a pena:

        • Maurcio Perna

          Bom texto, Jon. Como disse o Denis, acrescentou qualidade ao debate. Também sou estudante de psicologia (comecei a estudar depois de velho, por prazer, minha profissão é outra) e realmente é como descreveste.

          Este blog realmente precisa ser visitado e lido, pode melhorar a vida de muita gente.

    • “Não se importe com a opinião das pessoas, muito menos sobre você! Se importe com o que você pensa a seu respeito, porque a insegurança/falta de confiança é reflexo de um mal desenvolvimento pessoal, e você acaba projetando isso no que irão pensar de você, porque você mesmo está pensando isso!”

      Esse é um assunto importantíssimo, as pessoas pensam de você na verdade o que você pensa de si mesmo.

      Todos lembram daquele cara da escola que não era bonito, não tinha dinheiro, não era muito inteligente, mas era muito querido por todos, tinha muitos amigos e muitas mulheres.

      Todos também conhecem algum cara bonito, com bom nível financeiro, inteligente, porém nunca teve mulheres e nenhum reconhecimento social.

      Isso é resultado direto desse conceito de que as pessoas te veem da mesma maneira que você se vê.

      Eu tenho um conhecimento prático, empírico disso. Mas eu apenas observei e não tenho informações científicas/acadêmicas pra acrescentar a respeito.
      Seria legal desenvolver esse assunto.

      • jon87

        Cara fiz uma busca em relação ao tema no google acadêmico buscando literatura sobre fobia social dentro da psicologia cognitiva, e achei um artigo interessante, vou compartilhar aqui.

        O artigo aborda O Transtorno de Ansiedade Social, que seria já uma patologia, mas em relação ao assunto ele aborda alguns pontos interessantes da nossa conversa nas relações interpessoais. Seja a ansiedade de estar exposto a um contexto social especifico, como falar com mulher, ou os sentimentos de uma rejeição que nada mais são do que um feedback da mesma situação; o artigo é uma revisão de teoria então tem umas referencias legais, vou pegar alguns trechos que achei pertinente ao assunto:

        É meio longo mas vale muito a pena, principalmente os últimos 3 parágrafos que toca bem no ponto da autoimagem e dos pensamentos negativos disfuncionais. Eu diria que toda pessoa precisa rever de tempos em tempos a própria autoimagem e a imagem que tem do mundo e de suas diversas relações sociais, e tentar desfazer essas crenças disfuncionais que idealizam o mundo em algo que ele não é e nunca será, e ser menos narcisista.

        ————–

        “Heimberg, Liebowitz, Hope e Schneier (1995) defendem que o TAS se expressaria por um intenso desejo de transparecer uma imagem favorável de si mesmo para os demais, sem que, para tanto, haja uma segurança sobre as habilidades de executá-la. Em adição às consequências dessas experiências ansiogênicas, as pessoas que possuem esse transtorno começam a desenvolver um conjunto de hipóteses sobre si mesmas e sobre o mundo, o que as predispõem a entender que estão em perigo em um ou mais contextos sociais. Essa concepção é corroborada por Castillo e colaboradores (2000) e por Barros Neto (2000, p. 310) ao defenderem que essa psicopatologia se caracterizaria por uma “… intensa ansiedade em situações sociais (de contato interpessoal) ou de desempenho, ou mesmo ambas, acarretando sofrimento excessivo ou interferindo de forma acentuada no dia a dia da pessoa”.”

        “Corroborando com essa perspectiva, Mululo e colaboradores (2009a) descrevem o TAS como uma ansiedade desmedida diante de diferentes contextos sociais, em que o sujeito teme não se comportar de modo adequado, seja por mau desempenho, seja por demonstrar ansiedade e, consequentemente, ser alvo de crítica ou de reprovação. Frente a isso, o indivíduo rotineiramente costuma se desviar ou suportar a situação com elevada ansiedade e sofrimento, mesmo que seu desejo seja o de estabelecer contato social (Leite, Dotto, & Lopes, 2007; Mululo et al., 2009a), o que acarretaria prejuízos no desempenho acadêmico, social, ocupacional e/ou sexual (Angélico, Crippa, & Loureiro, 2012; Vilete, Coutinho, & Figueira, 2004).”

        “De acordo com Picon, Gauer, Fachel e Manfro (2005), o TAS se configura como um medo intenso e persistente de uma ou mais situações sociais, no qual o indivíduo se sente exposto a um contexto desconhecido ou está vulnerável a uma determinada situação na qual possivelmente será avaliado.”

        “Nesse contexto, Leite e colaboradores (2007) apontam um ciclo para o TAS: a ansiedade antecipatória propicia o surgimento de cognições disfuncionais, que, por sua vez, despertam sintomas ansiogênicos nas situações fóbicas, direcionando o sujeito a ter um mau desempenho, real ou percebido, aumentando, assim, a timidez e a ansiedade antecipatória. Segundo os mesmos autores, a exposição aos contextos fóbicos provoca, de modo geral, uma resposta súbita de ansiedade, que pode ocorrer por meio de um ataque de pânico ligado à situação ou pré-determinado por ela.”

        “Geralmente o perigo percebido não é condizente com a real situação, no entanto, devido à percepção do indivíduo, os sintomas fóbicos são cada vez mais reforçados. Somado a isso, Heimberg e colaboradores (1995) defendem que os fóbicos sociais preocupam-se com suas respostas somáticas e pensamentos negativos, o que atrapalha o desenvolvimento de suas habilidades diante da situação ameaçadora. A maneira como o indivíduo se comporta diante do sintoma fóbico pode provocar atitudes de desaprovação de outras pessoas, contribuindo para o agravamento dos sintomas. A ansiedade nas situações sociais, portanto, é um ciclo vicioso, uma vez que a ansiedade antecipatória leva o indivíduo a evitar as situações temidas, o que, por sua vez, aumenta a ansiedade antecipatória e a ansiedade das situações sociais.”

        “Nessas ocasiões, os indivíduos acometidos pelo transtorno interpretam que estão sendo avaliados negativamente por outras pessoas, portanto, acabam redirecionando sua atenção para o automonitoramento de forma minuciosa. Essa atitude, porém, colabora para o aumento da ansiedade, visto que “… produz uma maior consciência de respostas da ansiedade temida e interfere no processamento da situação e no comportamento das outras pessoas” (Clark & Wells, 2005, p. 70).”

        “Essa perspectiva é corroborada por D’el Rey e Pacini (2006), ao defenderem que os fóbicos sociais possuem pensamentos disfuncionais que propiciam o aumento da ansiedade, que, por sua vez, interferem no bom desempenho social, ocasionando um ciclo vicioso, como já apontado nos estudos de Leite e colaboradores (2007) e de Heimberg e colaboradores (1995). Ainda de acordo com D’el Rey e Pacini (2006), as pessoas portadoras do transtorno teriam expectativas acerca de suas habilidades em contextos sociais não condizentes com a realidade, de modo que superestimam a possibilidade da ocorrência de um ambiente social desfavorável e percebem-se constantemente desaprovadas.”

        “Os autores apontam, ainda, que um dos principais mantenedores desse transtorno diz respeito ao fato de os fóbicos sociais utilizarem-se da própria percepção para construir uma impressão que outras pessoas teriam deles próprios. Já na perspectiva de Falcone (2001), os principais mantenedores seriam atenção autofocada e autoprocessamento negativo, comportamentos de segurança/evitação, efeitos dos comportamentos do ansioso social sobre o comportamento de outras pessoas e processamento antecipatório e pós-evento.”

        “Clark e Wells (2005) pontuam que, segundo o modelo cognitivo, os fóbicos sociais estariam propensos a interpretar uma situação social de modo aflitivo, decorrente de crenças disfuncionais que possuem deles próprios e da forma como devem agir nessas ocasiões. Dessa forma, haveria três classes de crenças desadaptativas: regras relativas a elevadas performances sociais, crenças intermediárias relacionadas à avaliação social e crenças centrais direcionadas ao self.”

        link: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-56872013000200007

        • Obrigado pelo recorte dessas informações. Tratam-se do funcionamento da Ansiedade Social, e achei interessante essa explanação de que uma exagerada Ansiedade Antecipatória, excesso de preocupação com os próprios sintomas perante os outros e consigo mesmo, pode gerar de fato uma desaprovação, o que aumenta a Ansiedade e isso vira um ciclo vicioso.

          Outro texto seu muito interessante foi esse:

          “Um monte de militante de facebook e seus “textão”. Mas é tudo pura punheta mental. Não salva um. A feminista radical esta dando pro machista rasgado que ela critica no facebook. O cara que se vende de bom namorado (e faz textão no facebook) está comendo todas que aparecem. O cara casado que flerta na inocência está comendo as mesmas minas depois de um tempo, as mesmas que dizem pra ele parar com aquele comportamento, enfim… e os que realmente tentam viver o que pregam, levam uma vida de merda.”

          Isso é uma síntese totalmente realista, que mostra tudo como é, as pessoas como são.
          É engraçado ver todo mundo numa bolha do politicamente correto, defendendo coisas e mais coisas, mas que não condizem com a natureza humana. Fazem por aparência. E os reais seguidores desses dizeres, pelo menos tentando, são os tolos com as piores vidas.

          Lembro da menina que defendia os meninos inteligentes e sustentava uma imagem correta, mas deu atrás do muro pra aquele bagunceiro da escola numa festinha. Ou o cara que conseguiu sustentar uma imagem de recuperado e novo interessado/querido na aula de determinado professor, mas era o que mais desejava seu mal pelas costas.

          • Marcelo

            Eu vou até além, em relação a um conceito q foi citado pelo JON87. Vai parecer q tô discordando, mas nem seria isso ñ.
            No fundo, eu acho q “os reais seguidores”, como vc citou, nem são tão seguidores assim tb ñ. Eles somente parecem q são, pq ñ tem condição de ñ o ser. Geralmente são aqueles q tem uma auto-estima péssima, e tentam fingir q são algo, pra serem aceitos. E fingem q são politicamente corretos.
            Mas, como vc citou, THEOAK, eles são tb aqueles q são mais ressentidos e desejam o mal pros outros, só pq eles ñ tem aquela vida…
            No fundo, no fundo, ninguém acredita nisso, pq vai contra a própria natureza humana. Só qdo aceitamos q nossa natureza ñ é boa, ñ é um arco-íris bonitinho, q podemos trabalhar e colocar a vida no eixo…
            Enquanto o sonho bobo do politicamente correto, do mundo fantasia continuar, a galera continua com a auto-estima baixa…

          • MARCELO
            Você não discordou de ninguém. Os “reais seguidores” desse mundo politicamente correto são pessoas de autoestima baixa que não tem nada a oferecer, e a única maneira que encontram pra tentar receber algum valor/atenção é levantar essa bandeira.

            Ex: Aquele cara que não consegue pegar mulher nenhuma, ele começa a criticar todos os homens do mundo, dizendo que todos traem as mulheres, não prestam e etc., mas que ele não faz isso!
            Ele começa a gritar aos quatros ventos que é um homem honrado. Mas faz isso porque essa é a única qualidade que tem a oferecer. Se ele evoluir e amanhã tiver valor pra sair com várias mulheres, provavelmente sairá sim com várias.

          • jon87

            Pois é, se eu tivesse que resumir a parada toda eu resumiria da seguinte maneira:
            A mente funciona à partir de dois princípios: do prazer e da segurança. Ela é uma balança entre essas duas coisas. E os “pesos” são seus pensamentos/emoções. (por isso a meditação é um habito tão importante).

            .

  • Renata

    Jon87, achei de muito conteúdo seu comentário. E gostei muito do post também, Denis.

    Nós também nos sentimos uma múmia paralítica quando somos rejeitadas. A primeira coisa que vem à mente é: pq eu arrisquei? se eu tivesse ficado quieta em casa estaria feliz comendo pizza e assistindo seriado.

    Nessa hora nosso desafio é lembrar de quantos foras nós já demos também… e bora se cuidar! Sim, uma academia aumenta muito o tempo que você se olha pelado no espelho 😉

    Como dizia o Shakespeare, “sabemos o que somos, mas não o que podemos ser.”

    • “sabemos o que somos, mas não o que podemos ser.” muito boa a frase. É exatamente o que acontece quando você vai praticar algum esporte. Alguns anos atrás quando decidi começar a praticar artes marciais eu percebi o quanto ter feito isto me beneficiou em vários sentidos, que de forma resumida se converte em autoconfiança e respeito por si mesmo.

      Quanto ao fato da rejeição, acho que algumas pessoas ainda tem a ideia da alma gêmea, ou algo do tipo (tem um bom artigo sobre isso aqui no blog), essa ideia acredito eu é uma das grandes causas destes sentimentos negativos, tendemos a dar um valor exagerado à uma pessoa que nem conhecemos. Essencialmente como o Denis citou as pessoas são sempre as mesmas, todo mundo é muito igual, apenas fazemos um teatro pra vida ficar mais divertida haha.

      • Jon87

        O comentário foi meu by the Way, esqueci de trocar o Nick.

    • Denis Carvalho (admin)

      Esse sentimento negativo é ruim, mas cada vez passamos a ficar mais calejados.

      Como diria Machado de Assis “As melhores mulheres pertencem aos homens mais ousados”

  • Aldo

    Muito bacana essa postagem,é assim mesmo que nos sentimos as vezes,se nossa auto estima estiver baixa…Teve uma vez que dei em cima de uma garota e ela foi super agressiva comigo(fiquei arrasado me sentindo um lixo) e outra vez que elogiei uma garota e a nojenta colocou o dedo na gargante fazendo gesto de que tava vomitando com meu elogio(mas nem liguei pelo o que a vadia fez)..Tudo depende da nossa auto estima e confiança..As vezes é difícil chegar em uma garota bonita desconhecida sem ter receio do que ela vai fazer,nunca se sabe o que se passa na cabeça das mulheres..Mas a cara de pau, ligar o foda~se e cagar pro que ela vai pensar ajuda…Por isso é bom pensarmos em nosso desenvolvimento pessoal,tanto na aparência fisica,no financeiro e no psicológico,pra nos sentirmos super confiantes e uma rocha inabalável pra escolhermos a dedo as vadias que queremos pegar …

    • Às vezes a gente chega em uma menina realmente muito bonita e, como era esperado, não dá certo. Mas mesmo assim ela é super simpática, divertida, acaba sendo uma conversa gostosa que valeu muito a pena

      Às vezes a gente chega numa feiosa sei lá porquê, estamos realmente fazendo um favor pra ela, mas estamos carentes ou não queremos zerar na noite e tentamos mesmo assim. Mas daí essa baranga é grossa, agressiva, nos destrata completamente como se fossemos lixo.

      É difícil entender as pessoas. Muitas mulheres são problemáticas. São inseguras, têm problemas de autoestima, traumas ao longo da vida, doenças psiquiátricas…e por mais incabível que seja, vão te tratar mal.

      Mas a sua autoestima deve ser alta e INABALÁVEL.

      Independentemente do que aconteça, que seja algo terrível, não importa, você é homem e deve saber o seu valor.

      PS: Não é pra se achar o Tom Cruise caso seja um gordo desleixado. Mas tenha ciência do seu real valor!

    • Gabriel Soares

      Tem certeza que era vomito ? Vai ver ela queria outra coisa na boca dela e vc entendeu errado fica ai a reflexão.

  • Maurcio Perna

    Muito legal ler os comentários…. discussão em altíssimo nível por aqui.

    Eu me separei há quase 3 anos. Antes de casar tinha bastante sucesso com as mulheres. Depois que me separei parece que tinha desaprendido – parecia que eu estava seguindo à risca os passos para me tornar um beta dependente da aprovação e aceitação feminina, e estava conseguindo.

    Eu já estava lendo materiais de aprimoramento pessoal quando descobri este site. Com certeza, me ajudou muito, e posso garantir que funciona. Uma vez que o cara aprende a lógica da coisa toda fica mais fácil botar em prática.

    E se existem vadias como as que o Theoak falou, que apontam pra garganta, é apenas porque existem betas que enchem a bola delas o tempo inteiro, que tentam apenas ser “suficientes” ou “aceitáveis” pra uma mulher, em vez de tentarem ser homens melhores para si mesmos.

    Vamo que vamo!

    • Denis Carvalho (admin)

      Perna, você tem lido algum outro blog brasileiro?