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Um pequeno teste que quase todos os homens falham

Alguns anos atrás, eu estava em uma roda de amigos e um dos homens falou para as garotas “Vocês mulheres estão sempre perguntando sobre o que comer, onde ir, pra onde sair, o que cozinhar. Por que vocês nunca dão uma sugestão? Vocês poderiam até fazer uma lista de coisas que gostam de comer,  ou de lugares pra sair, e aí era só olhar pra essa lista que vocês teriam ideias e não precisariam perguntar. É algo tão simples, mas nunca conheci uma mulher que sugerisse o que quer fazer antes de perguntar”.

As respostas variaram superficialmente. Uma delas disse que “Ah, talvez seja porque a gente goste de conversar sobre o que vamos fazer”.

Outra, mais honesta, disse “Eu não gosto de tomar decisões. E se eu escolho algo e dá tudo errado no final?”

Uma se sentiu ofendida e disse “Eu sempre faço as minhas escolhas! Homem nenhum decide por mim o que vou fazer” (o irônico é que essa garota era conhecida por ser extremamente passiva, nunca tinha opinião para nada).

E a última disse algo como “Eu não me importo com o que vou fazer, desde que a companhia seja boa.. por isso eu sempre pergunto pra onde a gente vai, porque tanto faz!”

O que todas essas mulheres disseram, traduzindo para a linguagem masculina, é que elas querem alguém liderando elas. Elas querem que alguém tome uma decisão para elas seguirem.

Quando uma mulher te diz “O que a gente vai fazer/comer/assistir/etc hoje?” essa é a forma dela te pedir para tomar a posição de comando.

A pior resposta que um homem pode dar é “Eu não sei. O que você quer fazer/comer/assistir/etc?”, porque com essa resposta ele transfere para a mulher o comando do casal. Com essa resposta, ele mostra que ele não é capaz de liderar, é incapaz de decidir e, pior, é incapaz de lidar com as consequências de um possível resultado negativo de sua decisão.

Um homem lidera. Aliás, um homem de primeira classe – um Alfa – lidera. Um beta acata as decisões. Um beta espera que outra pessoa tome a posição de líder e o comande.

A dinâmica do poder de decisão é fluída

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A posição de liderança nas decisões é única, porém fluída. Há sempre uma pessoa que dá a palavra final ou então que decide o destino sem pedir conselho. Porém essa dinâmica pode variar com o tempo, como ilustro no exemplo abaixo. Se você já teve um namoro longo, tenho certeza que vai se identificar:

Namorando há 2 meses:
Ela: “Onde nós vamos?”
Ele: “Tem um bar que gosto muito, sempre vou lá. A bebida é barata e toca uma música muito boa. Chame algumas amigas, vamos encontrar com uns amigos meus lá”
Ela: “Perfeito! Vamos pra lá”

Namorando há 2 anos:
Ela: “Onde nós vamos?”
Ele: “Não sei. Onde você quer ir?”
Ela: “Também não sei”
Ele: “O que acha de irmos no ______ ? Você acha que seria legal?”
Ela: “A gente já foi lá mês passado”
Ele: “Eu achava que você gostava desse lugar”

Você percebeu a gritante diferença? Em ambos, a namorada inicialmente deixou o comando para o namorado. Nos dois casos, ela queria apenas relaxar e não ter de lidar com as consequências de uma decisão.

No começo do namoro, o homem do exemplo apenas tomou uma decisão. Ele decidiu o lugar e consequentemente a música que iriam ouvir, e ainda deu um comando para chamar as amigas.

No segundo exemplo,  depois de dois anos de relacionamento, o homem não tomou uma única decisão. Ele não está mais em posição de liderança. Ele se deixou levar pelo relacionamento, ele se tornou um relaxado que não decide mais sobre os seus próximos passos.

Um homem precisa sempre tomar uma decisão rápida e sem pestanejar em todos os momentos da sua vida? É óbvio que não.

Quando um homem ainda não decidiu o que vai fazer, ele expressa exatamente isso “Ainda não decidi pra onde vamos”. Simples assim.

E também é óbvio que a decisão não deve ser completamente unilateral. Se a namorada sugerir algo melhor, ou se ela não realmente não se agradar da decisão, não há absolutamente problema nenhum em mudar de opinião. Na realidade, o homem seria um tolo de manter uma decisão ruim apenas porque ele não aceita estar errado.

O que um homem faz é, escolher a melhor opção para ele inicialmente e depois considerar a reação da outra parte. O seu ego não deve estar atrelado a essa decisão.

Imagine a dinâmica de um capitão de um navio e de seu assistente: o capitão do navio decide para onde ir, por qual caminho seguir, a velocidade da embarcação, etc. O assistente apenas acata as ordens.

Mas se o assistente achar que alguma coisa poderia ser melhor, ou se achar que há algo de errado, ele pode sugerir ao capitão uma mudança no curso da ação e este deve escolher a melhor decisão possível.

Essa é a dinâmica mais prazerosa para um casal, a que tornará os dois mais felizes. Um homem se sente bem no comando. Uma mulher se sente bem sendo comandada.

Se tem duas coisas que você tem que entender neste artigo todo são essas duas:

1 ) As mulheres odeiam ter que tomar uma posição de liderança dentro de um relacionamento. Isso simplesmente não é da natureza delas.

2 ) A única decisão que ela gostaria de tomar, ela já tomou: a decisão de que ela escolheu você para guiar ela.

 

Um homem em posição de poder é excitante para as mulheres

 

Homem em posição de poder

Vamos voltar ao exemplo da diferença entre as atitudes entre 2 meses e 2 anos de namoro. Eu te pergunto: em qual dos dois períodos você acha eles estavam fazendo mais sexo? Em qual dos dois períodos você acha que os dois estavam mais felizes? No começo do namoro ou no meio dele?

É óbvio que foi no começo do namoro que eles mais transaram. É óbvio que os dois eram mais felizes e se excitavam mais quando o homem tomava uma posição de liderança.

Como disse, é provável que você já tenha vivido esse exemplo. É tão “comum” começar um namoro com uma atitude ardente e masculina, mas relaxar e se deixar levar conforme o tempo passa.

É “normal” o casal engordar, ficar mais caseiro, perder a vontade de sair, de transar frequentemente, de testar coisas novas.

É normal mesmo? Sim, é normal para um casal no qual o homem se tornou um beta ao longo do tempo e a dinâmica de poder do casal se alterou.

Um homem de verdade não se deixa levar e não torna um relaxado só porque ele arranjou uma namorada. Um homem de verdade não deixa de ir pra academia só porque a sua namorada diz que ele “não precisa mais disso”. Um homem de verdade se mantém o que ele é, não importa a circunstância na qual se encontra.

Um homem de verdade nunca deixa de ser o capitão da sua relação.

Se você quer sempre manter a chama do namoro viva, quer sempre ver os olhos de sua namorada brilharem quando vir você, quer sempre sentir a sua buceta molhada quando você a aperta contra seu corpo, você não pode relaxar nunca.

Relaxar é uma atitude aceitável apenas para as mulheres e para as crianças. Não para você.

 

 

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  • jeisson

    Exelente artigo amigo!!! gosto do site pq tu consegue passar em uma linguagem clara de uma forma que fica facíl entender os conceitos.Tudo dito ai é verdade já tive minha fase mais bunda mole sem iniciativa e realmente as garotas perdem o interesse até por que é o PAU do lider que elas quererem sempre foi assim e sempre vai ser!!!

    • Denis Carvalho (admin)

      Obrigado Jeisson. E sim, não há condicionamento social ou condicionamento feminista que faça uma mulher se sentir atraída por um “bunda mole”.

  • João Nuno

    Já estava admirado de não postar mais artigos. Excelente artigo

    • Denis Carvalho (admin)

      Obrigado João! Estou ficando muito ocupado ultimamente, está meio difícil de postar tão frequentemente. Mas voltarei a postar de 4 em 4 dias em breve.

  • Rico

    Realmente muito útil o artigo. Sempre bom relembrar sobre a posição acertiva de comando no relacionamento, que foi o caso abordado. Me identifico e lembro de ter, em um namoro passado, relaxado a posição. O interessante é que na ocasião eu me dei por conta de estar contrariando meus instintos alfa. Obrigado pelo texto e parabéns.

    • Denis Carvalho (admin)

      Rico, todos nós precisamos errar na vida pra aprender. Eu também cometi esses erros de deixar de ser o líder da relação e, é óbvio, a partir de então o relacionamento foi por água abaixo.

  • Julio

    Mais um texto totalmente machista. E os imbecis da “real” começam a invadir os comentários.

    • Machista

      Vaza daqui! Vai ler blogs de merda como o da lola e outras baboseiras seu viadão.

    • Denis Carvalho (admin)

      Essa crítica vazia da primeira sentença é um exemplo claro de Conversa de Poder. Ela não serve para transmitir uma informação; pelo contrário, quem a emite apenas quer envergonhar quem quer que leia o seu comentário para que a verdade não seja espalhada.

      E não sei o que é a “real”. O que isso quer dizer?

      • José

        Real é um movimento muito parecido com o “red pill” americano, ela foca no desenvolvimento pessoal e ensina como lidar com as mulheres, nesta parte muito baseado nas obras do Neshan Alita (não é assim que se escreve, mas não posso pesquisa no google aqui do trabalho).

        Acontece que o movimento da real se torno, em alguns pontos exagerado e extremista e subverteu muito que o Neshan Alita escreveu.

        A comunidade principal da real no Brasil é o forum Bufalo.

        Se eu não me engano são 04 livros do Neshan Alita, todos de graça e disponibilizado na internet, dizem que são fantásticos.

        Só li parte do livro “Profano Feminino”, mas posso lhe dizer que o cara é um monstro, revolucionário mesmo o que ele diz.

        .

        • Denis Carvalho (admin)

          Conheci recentemente a Real um pouco dos livros do Nessahan Alita. Até onde cheguei percebi que ele se alinha muito ao que é ensinado no Red Pill. Engraçado que ele escreveu os livros no começo da década passada e quase ninguém os conhece.

          Obrigado pela explicação!

  • Rico

    Quem escreveu “imbecis da real” e não voltou pra explicar o significado, estamos aguardando, ou tanto faz. Tu te preocupou em destilar tua frustração com questões próprias de personalidade. Deves procurar investigar e tratar isso.

  • Mariana

    Como mulher concordo com o texto. Nada mais desanimador do que um homem que abre mão de ser o protetor, líder, comandante de uma relação. Não precisa ser mandão, mas ter um bom senso suficientemente eficiente para permitir à mulher ser feminina, passiva, sentindo-se amparada.

    • Denis Carvalho (admin)

      Obrigado pela sua opinião, Mariana.