3 histórias de sucesso (e de falhas) de carnavais antigos

3 histórias de sucesso (e de falhas) de carnavais antigos

No último artigo, eu expliquei exatamente porque você nunca conseguiu comer nenhuma mulher nos carnavais antigos.

E como você pode fazer para mudar essa situação.

No artigo de hoje, eu vou contar algumas histórias reais que eu vivi para ajudar a reforçar ainda mais o que eu falei naquele artigo.

Em algumas eu me dei bem.

Em algumas eu me ferrei.

O que importa é que com os sucessos eu me diverti muito, e com os erros eu aprendi algo.

Por favor, finge que é o meu namorado

A primeira vez que eu consegui comer uma mulher no Carnaval, eu usei os conceitos do último artigo sem querer.

Eu estava em um bloquinho de rua, em uma cidade do interior de São Paulo.

Precisava ir ao banheiro e achei um bar perto.

Enquanto esperava na fila, uma garota chegou bem perto de mim e falou “meu, me ajuda, finge que você é meu namorado, tem um cara que não sai do meu pé de jeito nenhum“.

Então eu dei um abraço nela. Mas, diferente do que a maioria faria, eu dei um abraço “respeitoso”.

Eu passei o meu braço pelo ombro dela e quando o cara chegou perto eu cumprimentei ele e conversei brevemente. O cara se ligou, virou as costas e foi embora encher o saco de mais alguma garota.

Depois disso ela se virou pra mim, agradeceu pela ajuda e virou as costas pra ir embora.

Mas a garota ela bonitinha e eu não queria perder a oportunidade de conversar mais com ela.

Diferente de como a maioria dos homens lidariam com uma situação assim, eu não segurei ela pelo braço dela ou então fiquei gritando para ela me esperar.

Eu puxei um assunto besta mas que faria ela parar para responder.

Perguntei se ela tava curtindo o carnaval e a resposta dela foi algo como “ah, deixando os idiotas de lado tá muito legal sim”.

Perguntei se ela estava sozinha e ela disse que tinha se perdido das amigas e tava tentando encontrar elas.

A gente conversou um pouco, demos risadas, brincamos falando alguma besteira.

Eu falei pra ela me esperar ir no banheiro e a gente ia procurar elas juntos.

A gente andou pelo bloco por um ou dois minutos, e aí ela entrelaçou os dedos da mão dela nos meus, e eu virei e beijei ela.

Não comi ela naquele dia, mas ela me pediu o meu número e então saímos uma semana depois.

Terminamos a noite na cama dela, e quando estávamos deitados depois do sexo ela, ela me disse “Sabe, você foi o único cara legal que encontrei naquele dia. É por isso que te chamei aqui hoje“.

Perceba como a minha atitude não foi nada demais. Eu só ajudei ela a se livrar de mais um otário que não entende que não é não, e depois eu fui gentil de ajudá-la.

Como eu ajudaria uma amiga minha.

Só que no Carnaval, encontrar um cara “gentil” é algo raro.

Ser gentil não tem nada a ver com ser MOLE.

E eu não fui mole de jeito nenhum. Na verdade eu até tirei sarro dela várias vezes. No bar mesmo, eu falei que a culpa dos caras darem em cima daquele jeito era porque ela muito gostosa.

Mas o tempo todo eu fui muito gentil. Fui direto sexualmente sem agarrar ela, sem tentar ser ultra dominante.

Eu dei tempo pra ela.

Eu percebi que o estado mental dela era de irritação e que ela tava de saco cheio de caras idiotas.

O Carnaval em que mais comi mulheres (e a garota que deu pra todo mundo)

O carnaval que eu tive mais sucesso de comer mulheres em toda minha vida foi há alguns anos.

Eu e meus amigos alugamos uma casa no interior, bem na rua em que um bloquinho iria passar várias vezes durante o dia.

Essa foi basicamente a única diferença entre o melhor carnaval e o pior carnaval em termos de sucesso da minha vida.

Era MUITO fácil beijar uma garota, conversar com ela, ser simpático, e então falar “Tá vendo aquela casa ali? Tô alugando com uns amigos, bora pegar uma cerveja lá”.

As garotas iam comigo, a gente pegava uma cerveja pra cada na geladeira e eu já tentava puxar elas para o meu quarto (que era compartilhado, mas quase sempre tava vazio).

Simples assim. Logística.

Eu não precisava tirar a garota de todo aquele estímulo, de toda aquela bagunça.

No meu quarto mesmo dava pra ouvir toda a música dos bloquinhos e dava pra ver as pessoas na rua pulando e se divertindo.

Na prática, a gente nem tinha saído da festa.

Perceba como isso é completamente diferente de ter que pegar uma garota, arrancar ela de todo aquele estímulo, levar ela pro outro lado da cidade, e aí comer ela.

Completamente diferente.

Com a casa ali, ela podia ir até a minha casa, dar pra mim, até mesmo tomar um banho, e voltar pra folia em 40 minutos.

As amigas delas podiam nem perceber que ela tinha sumido.

E aí, nesse mesmo carnaval aconteceu uma outra coisa interessante.

Um amigo meu levou uma garota para a casa e comeu ela.

Aí ele foi de volta pro bloco, mas como estava muito louco, nem percebeu que a garota tinha continuado na casa.

Então a noite a gente conversando sobre as merdas que aconteceram no dia e mais dois amigos falaram que comeram uma garota que tava dentro da casa.

A garota simplesmente ficou lá esperando que alguém mais entrasse. Quando alguém entrava, ela dava pra esse cara, e aí continuava lá pra dar pra mais um.

Eu vi depois a garota e achei ela bastante estragada, sinceramente. Eu não comeria ela sóbrio, de jeito nenhum.

É como já falei antes, se é pra comer mulher feia é melhor instalar o Badoo e pegar uma que esteja limpa no dia.

Ficar pegando baba e porra dos outros não é muito meu desejo.

Mas essa história mostra como uma logística boa pode facilitar muito a vida de quem só quer sexo, tanto com mulheres feias como com bonitas.

O meu pior carnaval

Um dos piores carnavais aconteceu também há alguns anos, em São Luís do Paraitinga.

Nesse ano, um amigo alugou uma casa também muito perto de onde o bloco da cidade iria passar.

Mas, dessa vez, a casa tava completamente lotada.

Tinham pelo menos umas 30 pessoas naquele inferno.

Não tinham nem camas, a gente tava todos dormindo em colchões de ar que colocamos no chão.

Beleza, eu não ligo pra isso, eu até gosto desse perrengue.

O problema é que aquilo, depois de 24 horas, virou um depósito de lixo.

Todo mundo jogava lixos no chão, derrubava latinha, deixava poças de cerveja velha por todo lado.. Enfim, ficou uma merda.

Ou seja, simplesmente não dava pra levar nenhuma mulher lá porque a casa estava sempre lotada e porque a casa tava uma nojeira que nem eu queria ficar.

Além disso, brigas e mais brigas aconteciam nas ruas.

Eu quase me envolvi em uma sem querer, mas consegui fazer com que os ânimos se acalmassem

Nota: Brigar em carnaval é coisa para otários. Você nunca sabe quantos vão ser que vão entrar na briga. Além disso, você vai estar bêbado, vai poder tomar um chute na nuca e se foder enormemente só porque algum frustrado sexualmente não conseguiu pegar aquela mina que ele queria.

Fuja de brigas, sempre.

Enfim,

Sem contar que as mulheres estavam TODAS muito retraídas.

Minhas amigas e muitas das garotas que estavam na casa pediam toda hora para que ajudassem elas a atravessar o bloco para ir comprar comida, ou ir na farmácia, ou fazer qualquer outra coisa que precisassem fazer.

Era simplesmente impossível ser uma mulher e não sofrer algum tipo de abuso lá.

E você acha que alguma dessas garotas ficou com algum cara lá? Ou, ainda mais, você acha que algumas delas deu pra algum cara lá?

De jeito nenhum.

Todas elas estavam de saco cheio e não viam a hora de irem embora.

É por isso que eu repito todo ano: seja educado, ainda mais no carnaval.

Não faz sentido nenhum brigar, bater, xingar, ou fazer qualquer merda.

Se alguém vier discutir com você, peça desculpas, por mais que você não esteja errado. Foda-se o seu ego, foda-se estar certo.

O que importa é não brigar, ainda mais com um bêbado imbecil que só quer arranjar alguma desculpa para sair na mão com os outros.

Além de ferrar a sua festa, você acaba com a diversão de todo o resto que estão à sua volta.

Se divirta respeitosamente. Pare de perder tempo da sua vida arranjando treta, seja com homens que tão lá só pra brigar, ou seja com mulheres que dão foras grossos e ríspidos.

Continue como você tava, só curtindo o seu carnaval e dando risada com seus amigos.

Conte suas histórias

Agora é sua vez de contar nos comentários histórias de sucesso, ou de fracasso ou até mesmo engraçadas.

Quais são as cidades que você mais gostou de passar o Carnaval? Quais foram as piores?

Quais são os melhores blocos?

Quais são as suas técnicas para comer as mulheres no carnaval?

Conte tudo nos comentários, eu vou gostar muito de ler e de saber.

Sei que não há muitas lições a se tirar dessas histórias que contei, mas elas são interessantes para entender algumas coisinhas que ensinei no último artigo na prática.

Espero que você tenha curtido, e que, mais ainda, você curta de forma consciente e esse carnaval de 2017.

E que você consiga comer alguma garota gostosa, enquanto faz isso.

 

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By |18 de Fevereiro|Básico, Sexo|