Hipergamia: segunda aula sobre a estratégia sexual feminina

  • Dan Bilzerian - um alfa aproveitando da hipergamia

Hipergamia: segunda aula sobre a estratégia sexual feminina

“As mulheres não querem vencer, elas querem um vencedor.” – Patrice O’Neil.

As mulheres não querem ser superiores ou terem equidade. Elas querem um homem que seja mais inteligente, mais rápido, mais forte, mais alto, mais bonito, mais rico, mais popular – um homem melhor do que elas mesmas.

Essa vontade, caro leitor, é a definição de hipergamia: o desejo de ter alguém “superior” a ela, o entitlement a um homem de classe mais alta.

A enfermeira quer ter um relacionamento com o médico, a comissária de voô quer o piloto, a secretária quer o seu chefe. Caso os sexos fossem invertidos, qual é a probabilidade de isso acontecer? Tirando da equação a vontade sexual de simplesmente comer a sua superior, é muito raro um caso em que um homem quer alguém “superior” a ele para um relacionamento.

A hipergamia se aplica a todas as mulheres. Todas as mulheres são assim. Isso não é debatível, isso é lei. Todas as mulheres, de todas classes, querem um homem melhor do que elas mesmas. Se elas são capazes ou não de conquistar um homem assim é um assunto à parte.

Qual homem se qualifica para o sexo?

 

Como com quase todos os eventos e acontecimentos sociais, o Princípio de Pareto se aplica mais uma vez: os homens que atendem aos requisitos das mulheres estão no topo dos 20% melhores (dentro de um contexto, como explicado a seguir).

Em regra, 20% dos homens conseguem 80% das mulheres; as mulheres sempre buscam os melhores homens, os que estão no topo.

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Esse é um dos motivos pelos quais durante toda a história registrada biologicamente, 40% dos homens se reproduziram e 80% das mulheres o fizeram.

Essa afirmação veio de um estudo que é de difícil de entender a princípio, mas que, ao pensar direito nele, abre algumas portas na nossa mente. Através de milhares de análises do DNA da população mundial, chegou-se a essa conclusão de que o dobro de mulheres se reproduziu comparando com os homens.

Mas como isso é possível? O mais lógico não seria que a mesma proporção de homens e de mulheres tenham se reproduzido?

Vamos ao raciocínio:

Durante toda a história do mundo, apenas 20% das mulheres não se reproduziram. Enquanto isso, 60% dos homens não se reproduziram. Mais da metade da população masculina não passou seus genes para as próximas gerações.

Se você pensar em termos de equidade de proporções, as contas não batem. Mas se você pensar em termos de dinâmica sexual, percebe-se claramente que alguns poucos homens engravidaram diversas mulheres, enquanto a grande maioria não engravidou ninguém.

Isso quer dizer, também, que muitos homens cuidaram ao longo da vida de filhos que não eram seus. Hoje, mesmo depois de 20 anos do extremo barateamento dos testes de paternidade, é estimado que mais de 20% das crianças de um casal são fruto de um caso extraconjugal.

Agora imagine há 50, ou 200, ou 500, ou 2000 anos? Se hoje ainda temos essa porcentagem absurda de homens cuidando de crianças bastardas pensando que são seus próprios filhos, não dá pra nem quantificar como funcionava o mundo há tanto tempo.

Decidi ilustrar este artigo com as fotos de Dan Bilzerian – um homem que claramente se qualifica para o sexo com mulheres maravilhosas. Ele é um homem que está no topo. Talvez nem 0.1% dos homens sejam iguais a ele: bonito, rico, musculoso, famoso, se veste bem, tem um alto status social. Exemplo claro de um homem que está aproveitando ao máximo a hipergamia feminina.

A hipergamia é subjetiva, e não objetiva.

Dan Bilzerian rodeado de mulheres

O processo de escolha do parceiro sexual não é lógica. Nas palavras de David DeAngelo “A atração não é uma escolha.”. Assim como o seu desejo sexual é irracional (entenda-se, instintivo), o das mulheres também é.

Você não olha para uma mulher com peitos grandes, bunda empinada e rosto simétrico e pensa “olha, essa mulher é realmente muito atraente e por isso vou sentir desejo sexual por ela.”.

O julgamento de uma mulher é contextual e determinado por como ela se sente naquele momento. A sua definição de quem é melhor é relativa ao ambiente e depende de diversos fatores.

Enquanto os homens tem uma escala com apenas duas medidas (“como” ou “não como”), as mulheres são mais complexas.

A hipergamia é contextual

 

A nossa civilização como a conhecemos só existe há menos de 10.000 anos, o que é um pequeníssimo fragmento da história. E a história do ser humano foi edificada sobre pequenos grupos de pessoas que se juntaram e formaram suas pequenas sociedades.

Dunbar, um estudioso das sociedades primitivas, descobriu que 150 pessoas é o número máximo que qualquer grupo, antes da civilização existir, podia alcançar. Quando se passava dessa quantidade de pessoas num grupo, este passava a se tornar instável e logo havia rachas e conflitos internos.

Esse foi o ambiente no qual nossos instintos evoluíram. Antes da civilização, o Alfa era estabelecido dentro deste pequeno contexto de pessoas, o qual raramente se modificava. Então era fácil saber quem era o Alfa e quem era o Beta dentro do grupo.

Com o avanço da civilização, os seres humanos deixaram de se manter firmes em pequenos grupos. Os contextos sociais se multiplicaram enormemente e hoje não existe mais uma “tribo única”.

Não dá mais pra saber com certeza quem é o Alfa. O Alfa da sua sala na faculdade não é o Alfa da sua sala de inglês. O Alfa do trabalho não é o mesmo Alfa em casa. O Alfa do bar não é o Alfa da balada.

Diferente de qualquer outra época antes da revolução industrial, as mulheres hoje são expostas a homens que estão muito além de sua proximidade, seja pelas mídias sociais, pela televisão ou por qualquer pessoa que ela encontre no seu dia a dia. Ela está sendo sobrecarregada de indicadores de status, ela está confusa.

Quando você está com uma mulher, a percepção do seu status flutua de acordo com o ambiente em que você se encontra. A cada contexto existe uma diferente escala de status. Isso é completamente relativo.

Por mais que para um homem isso seja difícil de entender, é assim que a cabeça feminina funciona. 24 horas por dia ela está avaliando a hierarquia social de todos à sua volta.

É por isso que uma mulher nunca é sua, você só teve a sua vez com ela.

Esse é o motivo pelo qual você não deve se obcecar por uma garota, porque se ela quiser te trair, ela vai trair. Mesmo a mulher brasileira média, que está a mais de 10kg acima do peso, pode conseguir sexo todos os dias de sua vida se ela quiser.

Então pare de se preocupar com isso. Tudo o que você tem que fazer para manter o interesse dela é manter-se sendo um homem de primeira classe e aproveitar o seu tempo com ela enquanto o relacionamento existir. Se tudo der errado no final, bem, você estava bem antes dela, você ficará bem depois dela.

Uma outra coisa muito importante que você deve saber.

Quando uma mulher está solteira, você está competindo com todos os homens de seus círculos sociais reais e virtuais. Quando ela tem um namorado, você só está competindo contra o “homem dela”.

Lembre-se disso quando você estiver namorando.

 

O que é mais atraente para a hipergamia?

 

Os traços mais procurados pelas mulheres não são os traços faciais, nem os músculos, nem o dinheiro, mas o status social e a pré-seleção de outras mulheres.

As mulheres são, desde sempre, inclinadas a seguir as normas pré-estabelecidas. É natural para elas aceitar uma verdade só porque as pessoas à sua volta aceitam essa verdade. Isso é chamado de verdade pelo contexto, e é oposta à verdade pelos fatos, que nada mais é aceitar a verdade porque existem motivos sólidos para acreditar nela.

É por isso que é tão fácil queimar o filme de alguém em um grupo de amigas.

Lembro de uma história que exemplifica muito bem esse conceito. Estava começando um curso de dança e logo a nossa classe fez um grande grupo no Whatsapp com todos da mesma sala.

Todos estavam interagindo, se conhecendo melhor, até que uma das meninas disse “Gente, tomem cuidado com o Adriano! Ele é um escroto! Nenhuma menina gosta dele“. Eu fiquei curioso pra saber o que esse cara tinha feito de tão errado, como qualquer pessoa faria, e perguntei o porquê dele ser tão escroto. Outro cara perguntou a mesma coisa.

Antes que essa garota que fez o comentário inicial respondesse, uma outra menina disse exatamente isso “ai gente, nem sei o que ele fez mas eu já não gosto dele kkkkk“. Outra disse algo do tipo “se nenhuma menina gosta dele, eu também já não gosto“.

No fim, o tal do escroto nada mais fez do que discutir com uma garota do grupo uma vez (por algum motivo idiota que não lembro qual foi) e então ele passou a ser odiado para todo o sempre.

Essa é uma história que aconteceu só essa vez? É claro que não. Ela sempre acontece em todas as instâncias. Sabe o motivo de as mulheres falarem 20 mil palavras por dia enquanto os homens falam apenas 7 mil?

É porque além de elas gostarem de expor todo o seu ego, seus sentimentos e suas emoções nos mínimos detalhes, elas também falam sobre os outros.

Elas estão constantemente avaliando cada um à sua volta e repassando essa informação para suas amigas. Isso é o que as mulheres fofocam quase o tempo todo.

O contrário dessa história também é verdadeiro.

alianca-afrodisiaco

Por qual motivo os homens que usam aliança são mais procurados pelas mulheres do que os homens solteiros? Porque eles já foram pré-selecionados por outra mulher. E, dentro desse contexto, todas as outras mulheres acham que ele tem algum valor, então elas automaticamente passam a querer ele.

É por isso que um cara que come algumas mulheres do grupo, e come ela direito, em breve vai comer também as outras mulheres do grupo.

Porque as mulheres fofocam. Elas passam a informação da hierarquia social. Elas contam que o sexo foi bom, que o cara mete bem, que ele sabia o que estava fazendo.

E então todas as outras se imaginam dando pra ele.

Nota final

Eu só gostaria de lembrar a todos os novos caras que estão lendo os meus textos que a natureza feminina não é certa e nem errada. Ela apenas é. A hipergamia é amoral. E é por ela que chegamos até aqui na história.

As coisas que nós mais reclamamos das mulheres, como serem irracionais, emocionalmente instáveis, inconstantes, e, neste caso, completamente hipergâmicas, é o que faz delas mulheres.

Isso que exemplifiquei aqui não são defeitos, são apenas características. Todas as mulheres são desse jeito. A única forma de eliminar essas características seria fazendo com que elas deixassem de ser mulheres.

Está na natureza delas. Elas não podem lutar contra isso.

Então, mais uma vez, o que eu quero que você faça é: releia este e o primeiro texto que lancei sobre hipergamia. Internalize isso. Depois reveja na sua memória algumas situações em que se confirme o que eu disse.

Com o tempo, no seu dia a dia, você vai perceber mais e mais esse tipo de comportamento. Você vai perceber que é assim que o mundo funciona.

Por isso eu quero que você não sinta raiva (por muito tempo) das mulheres. Nós fomos condicionados a acreditar que cada mulher é única, mas a verdade está longe disso.

Hoje eu apresentei pra você um rascunho do que as mulheres realmente são. Em breve eu vou mostrar como tirar proveito desses traços psicológicos inerentes e naturais delas.

 

 

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